Scrum Master pra quê?

Eu trabalho com Scrum há tempo suficiente para ter ouvido um monte de coisas. Conheço diferentes empresas que trabalham com este framework e cada uma trabalha de um jeito diferente. Acho incrível como um livro de dezesseis páginas (quatorze, se você desconsiderar capa e sumário) consegue gerar tanta confusão.

Alguns questionamentos se repetem com frequência, independentemente da empresa onde o Scrum está sendo aplicado. “Precisamos de retrospectiva? Por que fazemos daily todos os dias? Para quem apresentamos o review?” são perguntas comuns. De todas, uma que me preocupa muito é: “Por qual motivo temos um Scrum Master?”.

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Grupo ou time?

Reflito, com certa frequência, sobre motivação. Estudo sobre o assunto, analiso as pessoas, suas angústias, comportamentos e os motivos pelos quais elas fazem o que fazem.

Uma das coisas sobre as quais andei refletindo nestes dias foi sobre a diferença entre um grupo e um time. Num grupo, pessoas se unem e fazem algo juntas. Num time, as pessoas se unem e, juntas, fazem algo. Aparentemente não existe muita diferença entre as duas frases, mas acho que vale olharmos com um pouco mais de detalhe o assunto.

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Pessoas, processos e ferramentas

To create Organizational Agility you need to find the harmony between People, Process, and Tools.  Agile speaks of putting people first, however from my experience, people are the poor step child to process and tools.  People should be the driver, not the passenger.  Creating Organizational Agility means scaling the employee engagement to have and maintain the culture of a start-up.  My experience in scaling agile across large organizations is that even when you put the right process framework and practices in place, you are still missing something.  People are going through the motions but there is a lacklustre of excitement.  They are ‘doing’ agile, but they are not ‘being’ agile.  They don’t have that passion to innovate the product or how they’re creating it.

David Dame – Scrum.org

Simplesmente fantástico. Não deixe de ler o post completo.

Retrospectiva – Olhando para dentro

Ando meio ácido, então hoje vou falar um pouco de Scrum, apenas para dar uma descontraída.

Estava conversando com um colega e, desta conversa, acabou surgindo uma maneira diferente de conduzirmos uma retrospectiva, veja se você acha interessante.

A primeira coisa que precisamos entender quando falamos de retrospectiva é que este é o evento do Scrum (e de qualquer metodologia que pregue inspeção e adaptação) onde mais podemos utilizar técnicas diferentes.

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