Verdade como base para times

Uma vez eu tive um grupo de liderados dos quais eu gostava muito. Isso já aconteceu há muitos anos e não foi na empresa onde estou atualmente, então sinto alguma liberdade em falar sobre o assunto. De qualquer forma, vou omitir nomes e tentar não ser muito detalhista para preservar a identidade dos envolvidos.

Era um grupo diversificado e eu era o mais novo lá. Pela primeira vez eu enfrentava o desafio de liderar um grupo do qual eu não participei desde o começo. Obviamente foi difícil mas, aos poucos, eu fui ganhando a confiança do time e fui me aproximando de cada um.

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Como motivar as pessoas?

Eu trabalho com pessoas em diferentes esferas de atuação. Nos diversos ambientes nos quais atuo, algumas coisas são comuns. Uma delas é que em todos tenho que lidar com projetos, em alguns ambientes podemos até não utilizar a terminologia citada, mas é a mesma coisa.

Sempre que lido com projetos, alguns desafios também são comuns. Imagine os seguintes cenários: você tem que levantar fundos e reunir pessoas para ajudar o Nepal por causa de um terremoto, você precisa fazer a entrega de um software, ou de uma atualização de sistema. Os fins são diferentes, mas o molde é o mesmo, em todo projeto existem finanças, pessoas, tempo, escopo, etc.

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Sobre o colapso urbano

Antes de mais nada gostaria de dizer que este post está escrito há um bom tempo, só não tinha percebido que ele ainda não havia sido publicado. Perdão pelo atraso.

É fato, estamos em meio a um colapso urbano. E não é de hoje, todo este problema com água, energia elétrica, poluição, trânsito e distribuição de renda começou há décadas.

Neste momento, a saída mais simples é culpar o governo. Eles não fizeram nada para resolver, como a cidade de Jundiaí vem fazendo há muito tempo. Mas esta também é a saída mais infantil. Acreditar que nós não podemos fazer nada para mudar esta situação é, no mínimo, estranho.

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Davi e Gengis Khan – Dois grandes gestores

Quero lhe contar a história de duas pessoas muito importantes: Davi, o terceiro rei de Israel, e Gengis Khan, o imperador Mongol.

Conta a história que Davi, antes de ser rei, fugia do Rei Saul, que queria lhe tirar a vida. Para isso ele escondia-se em cavernas. Neste tempo juntaram-se a Davi alguns homens de má fama. Certa vez, Davi mencionou que gostaria de tomar a água de um poço que estava localizado no meio de seus inimigos, ele não pediu isso para ninguém, apenas mencionou. Três de seus homens, sem falar nada a Davi, desceram de seu esconderijo, esgueiraram-se pelo território inimigo, pegaram a água e, mesmo correndo risco de vida, trouxeram a água desejada por Davi.

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Motivação, agilidade e mudanças

O mundo mudou. Disso não tenho dúvida.

Quando eu comecei a trabalhar, o simples fato de ter que pagar as minhas contas me motivava a dar o melhor no meu trabalho, qual fosse a tarefa a ser realizada. Este tipo de pensamento dominou boa parte do mundo por décadas: funcionários eram submissos e aceitavam as demandas dos chefes, que não hesitavam em utilizar o chicote para aumentar o ritmo de trabalho.

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Trust Your Gut When Making Decisions

Doubt, while annoying and irritating, can be a leader’s best friend. When a leader hesitates, pausing to consider the assumptions as well as the options, she is doing what the organization needs. A thoughtful leader. Too much hesitation leads to organizational paralysis. Deliberate thought, together with counsel from trusted sources, is prudent.

John Baldoni

Vamos mudar o processo!

É comum, em muitas organizações, ouvirmos a frase: “vamos mudar o processo”. Não trago isso apenas de minhas experiências, mas de ouvir amigos e conhecidos falarem comumente sobre o mesmo assunto. “Vamos mudar o processo” é o que bradam os caciques.

E como gostamos de mudar o processo! Sempre acreditamos que mudar o processo vai resolver todos aqueles antigos problemas que temos e que, finalmente, nos veremos livres. Logo o tempo passa e vemos que nada, nada além do processo, mudou. Os resultados continuam exatamente os mesmos. Como isso é possível?  Continuar lendo