Verdade como base para times

Uma vez eu tive um grupo de liderados dos quais eu gostava muito. Isso já aconteceu há muitos anos e não foi na empresa onde estou atualmente, então sinto alguma liberdade em falar sobre o assunto. De qualquer forma, vou omitir nomes e tentar não ser muito detalhista para preservar a identidade dos envolvidos.

Era um grupo diversificado e eu era o mais novo lá. Pela primeira vez eu enfrentava o desafio de liderar um grupo do qual eu não participei desde o começo. Obviamente foi difícil mas, aos poucos, eu fui ganhando a confiança do time e fui me aproximando de cada um.

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Como motivar as pessoas?

Eu trabalho com pessoas em diferentes esferas de atuação. Nos diversos ambientes nos quais atuo, algumas coisas são comuns. Uma delas é que em todos tenho que lidar com projetos, em alguns ambientes podemos até não utilizar a terminologia citada, mas é a mesma coisa.

Sempre que lido com projetos, alguns desafios também são comuns. Imagine os seguintes cenários: você tem que levantar fundos e reunir pessoas para ajudar o Nepal por causa de um terremoto, você precisa fazer a entrega de um software, ou de uma atualização de sistema. Os fins são diferentes, mas o molde é o mesmo, em todo projeto existem finanças, pessoas, tempo, escopo, etc.

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Scrum Master pra quê?

Eu trabalho com Scrum há tempo suficiente para ter ouvido um monte de coisas. Conheço diferentes empresas que trabalham com este framework e cada uma trabalha de um jeito diferente. Acho incrível como um livro de dezesseis páginas (quatorze, se você desconsiderar capa e sumário) consegue gerar tanta confusão.

Alguns questionamentos se repetem com frequência, independentemente da empresa onde o Scrum está sendo aplicado. “Precisamos de retrospectiva? Por que fazemos daily todos os dias? Para quem apresentamos o review?” são perguntas comuns. De todas, uma que me preocupa muito é: “Por qual motivo temos um Scrum Master?”.

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Grupo ou time?

Reflito, com certa frequência, sobre motivação. Estudo sobre o assunto, analiso as pessoas, suas angústias, comportamentos e os motivos pelos quais elas fazem o que fazem.

Uma das coisas sobre as quais andei refletindo nestes dias foi sobre a diferença entre um grupo e um time. Num grupo, pessoas se unem e fazem algo juntas. Num time, as pessoas se unem e, juntas, fazem algo. Aparentemente não existe muita diferença entre as duas frases, mas acho que vale olharmos com um pouco mais de detalhe o assunto.

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Pessoas, processos e ferramentas

To create Organizational Agility you need to find the harmony between People, Process, and Tools.  Agile speaks of putting people first, however from my experience, people are the poor step child to process and tools.  People should be the driver, not the passenger.  Creating Organizational Agility means scaling the employee engagement to have and maintain the culture of a start-up.  My experience in scaling agile across large organizations is that even when you put the right process framework and practices in place, you are still missing something.  People are going through the motions but there is a lacklustre of excitement.  They are ‘doing’ agile, but they are not ‘being’ agile.  They don’t have that passion to innovate the product or how they’re creating it.

David Dame – Scrum.org

Simplesmente fantástico. Não deixe de ler o post completo.

Sobre o colapso urbano

Antes de mais nada gostaria de dizer que este post está escrito há um bom tempo, só não tinha percebido que ele ainda não havia sido publicado. Perdão pelo atraso.

É fato, estamos em meio a um colapso urbano. E não é de hoje, todo este problema com água, energia elétrica, poluição, trânsito e distribuição de renda começou há décadas.

Neste momento, a saída mais simples é culpar o governo. Eles não fizeram nada para resolver, como a cidade de Jundiaí vem fazendo há muito tempo. Mas esta também é a saída mais infantil. Acreditar que nós não podemos fazer nada para mudar esta situação é, no mínimo, estranho.

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Davi e Gengis Khan – Dois grandes gestores

Quero lhe contar a história de duas pessoas muito importantes: Davi, o terceiro rei de Israel, e Gengis Khan, o imperador Mongol.

Conta a história que Davi, antes de ser rei, fugia do Rei Saul, que queria lhe tirar a vida. Para isso ele escondia-se em cavernas. Neste tempo juntaram-se a Davi alguns homens de má fama. Certa vez, Davi mencionou que gostaria de tomar a água de um poço que estava localizado no meio de seus inimigos, ele não pediu isso para ninguém, apenas mencionou. Três de seus homens, sem falar nada a Davi, desceram de seu esconderijo, esgueiraram-se pelo território inimigo, pegaram a água e, mesmo correndo risco de vida, trouxeram a água desejada por Davi.

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