Como identificar líderes ineficientes

If you really want to determine someone’s leadership ability, give them some responsibility and see what they do with it. Leaders produce results. It’s not always pretty, especially in the case of inexperienced leaders, but good leaders will find a way to get the job done.

Leia o post completo – http://www.n2growth.com/blog/6-traits-of-ineffective-leaders/#sthash.TmF1R2ZY.dpuf

As urgências do mundo atual

Você já parou para refletir sobre como o mundo de hoje nos bombardeia com informações? É provável até mesmo que, neste simples parágrafo, alguma notificação já tenha aparecido em algum de seus devices.

WhatsApp, Facebook, e-mail, SMS, ligações, Twitter, Instagram, Pinterest, entre outros, que a todo momento fazem nossos celulares, tablets, vestíveis e computadores apitarem, tremerem e piscarem. Sem contar a música ligada, a rádio tocando notícias, o podcast que você está ouvindo, a televisão, etc. Continuar lendo

Sinceridade acima de tudo

Eu acompanho o desenvolvimento de pessoas há alguns anos, em ambientes diversos, tanto na esfera pessoal quanto na profissional. Já fiz isso em algumas empresas e em outras instituições. Obviamente não sou expert no assunto, mas esta vivência me permitiu aprender algumas lições importantes sobre o trabalho em equipe e o desenvolvimento pessoal.

Uma das coisas mais importantes que já aprendi é sobre a sinceridade. Seja de um líder para um liderado ou de um liderado para um líder, a falta de sinceridade mina boa parte das chances que este “casamento” tem de dar certo, assim como diminui drasticamente a chance que as pessoas tem de crescer.

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Validando ideias

Recentemente escrevi sobre como tenho o desejo de criar um ambiente de trabalho descontraído mas com pessoas que tem compromisso com o que fazem. Porém, eu tenho a ciência de que toda ideia, seja boa ou ruim, precisa de uma validação, que normalmente vem de uma ideia contrária.

Por que estou dizendo isto? Esta semana, num dos raríssimos momentos onde eu acesso o facebook, vi um post compartilhado por um ex-gerente, que está morando há algum tempo na Alemanha. O post falava sobre como os alemães são mais produtivos em menos horas de trabalho.

De maneira ridiculamente resumida, o que eles fazem é retirar tudo o que não é trabalho de seu “dia útil”. Desta forma eles criam uma separação muito clara do que é trabalho e do que é diversão, trabalham menos horas, conseguem passar mais tempo com a família e, assim, são mais produtivos.

Isso vai um pouco contra o que eu escrevi e o que eu acredito, mas preciso dizer que fui seriamente tentado a concordar com seu estilo de trabalho. Pensei o quão importante para o funcionário é passar mais tempo com a família, trabalhar menos horas e, produzindo mais, sentir-se mais realizado. Pensei em quantas horas extras tenho feito e o quanto isso me abala, tanto fisicamente quanto emocionalmente. Ponderei um pouco se não seria melhor algo mais metódico, mais controlado, que me permitisse chegar em casa todos os dias no mesmo horário.

Por outro lado, pensei no quanto deve ser chato o dia a dia sem uma pausa, sem uma conversa mais informal com o time e o quanto isso afasta as pessoas. A proximidade dos funcionários, que acontece durante um café, num momento de descontração, em qualquer hora do dia, é fundamental para a construção de um time.

Durante o período em que trabalhei numa instituição mais formal, lembro-me do quanto era difícil passar aquelas horas na empresa. Comparo com o ritmo de trabalho que tenho hoje e não tenho dúvidas da minha escolha: eu sou a favor da descontração compromissada.

Isso me leva à conclusão deste post: não posso afirmar que o modo alemão é melhor ou pior que a descontração compromissada, posso apenas dizer em qual eu me encaixo melhor. Isso pode ser diferente para você, sem problemas. O que você precisa é encontrar um lugar onde sinta-se bem, seja num ambiente mais formal ou num ambiente informal.

Quer saber mais sobre como os alemães produzem mais em menos tempo? Dá uma lida neste post do knote.

Valeu.

Eu sou um péssimo profissional

Existem alguns autores do mundo ágil que todos os que trabalham na área deveriam conhecer: Mike Cohn, Jurgen Apelo, André Maldonado, entre outros.

Eu estava lendo um artigo destes que falava sobre o sprint planning. Era um post muito simples, muito superficial sobre o assunto.

Não estou criticando o fato do post ser superficial, a grande questão é que o planning realmente é muito simples, então o autor não teria muito realmente para discorrer sobre ele.

Pensando rapidamente, o planning é o seguinte:

  • Avaliar quais estórias entrarão na sprint;
  • Definir a meta da sprint;
  • Quebrar estas estórias em tarefas;

Pode ser que você faça as coisas em outra ordem, tenha passos a mais ou a menos, mas é mais ou menos isso.

Porém, pensando em minha jornada no Scrum, vejo o quanto nós conseguimos complicar algo tão simples… Veja algumas das coisas que costumo ver e ouvir:

  • O planning é lento.
  • O planning é chato.
  • Não temos estórias para planejar.
  • O time não está todo aqui.
  • Alguém vai se atrasar.
  • É realmente necessário pensar sobre os cenários de testes?
  • Não podemos fazer o planning outra hora?
  • Pra que planejar?

Eu costumo dizer para um colega que nós somos muito ruins no que fazemos. Provavelmente estou certo.

E você, o que tem feito no planning que lhe envergonha?

Valeu.

Compromisso com descontração

Eu acredito que o ambiente de trabalho, local onde passamos boa parte do nosso dia, deve ser agradável. Acredito que precisamos trabalhar felizes, contentes por estar onde estamos. Acredito que devemos nos sentir em casa o tanto quanto for saudável para nosso ambiente de trabalho.

Ok, posso ser apenas um sonhador, mas vou continuar meu argumento.

O que tenho visto e ouvido hoje em dia, em minha pouca experiência, são muitos relatos de confusões, descontentamentos e pessoas tratando-se de maneira ríspida, até mesmo com um nível sério de grosseria. Vejo mãos socando mesas em reuniões, pessoas irritadas, o tom de algumas vozes se alterando e desentendimentos diversos.

Não acredito que este seja o cenário ideal para a criação de novas soluções, para resolução de problemas e para o crescimento saudável de uma empresa.

Acredito justamente no contrário disso, um ambiente de pessoas compromissadas com o seu trabalho, mas com um constante nível de descontração. Penso que o melhor ambiente para a criação e para o surgimento de grandes soluções seja repleto de risos e sorrisos, de pessoas que sabem dar risada mesmo em meio aos mais diversos tipos de problemas.

Obviamente isso não pode se confundir com falta de comprometimento, nem se traduzir em carência de dedicação. Este cenário, se não surgir de um alto nível de engajamento, será apenas o reflexo de um grupo de pessoas que gostam de brincar, mas sem nenhum profissionalismo.

Esta é minha luta pessoal, criar este ambiente de engajamento descontraído. Talvez seja apenas um sonho, mas vou continuar tentando.

Você deve estar se perguntando como criar isto em seu ambiente de trabalho, mas, infelizmente, é impossível dar esta resposta. Cada empresa é formada por um grupo distinto de pessoas, com características completamente diferentes. Não existe fórmula mágica para isso.

O que posso tentar passar da minha experiência são alguns pontos:

  • Conheça as pessoas que trabalham com você
  • Contrate as pessoas certas
  • Feedbacks positivos constantes
  • Feedback negativos pontuais e sempre com total respeito às pessoas (isso é muito difícil de se encontrar)
  • Aprendizado constante
  • Salas de descompressão (note que escrevi no plural)
  • Nenhum tipo de repressão à utilização destes espaços de descompressão
  • Um ambiente físico favorável ao compartilhamento de ideias
  • Um grupo unido de pessoas
  • Uma mesma visão, compartilhada por todos do time

Estes são apenas passos iniciais na criação deste ambiente. Se você tem uma experiência parecida ou algo a dizer sobre este assunto, comente. Se gostou do artigo, compartilhe nas suas redes sociais.

Obrigado.